domingo, 11 de março de 2012

Se é assim, que termine

Se é para haver noites de sábado como a de ontem, por favor Deus, acaba rapidamente com os fins-de-semana.
Cá em casa todos dormem menos eu. Mas a minha mãe entra às 17h e o meu pai está de férias e eu vou ter que me levantar às seis e meia da manhã.
Vou estudar. 

Imagens do fim-de-semana


















sábado, 10 de março de 2012

Aconteceu

E quando acontece a coisa que mais tememos?

Obrigado


São 14:30 deste sábado que está com um sol maravilhoso e acabei de me deitar num banco, ali na rua a aproveitar este tempo amado por muitos e, nesta altura do ano, odiado por outros.
A pensar como é que há sempre alguém que surge na nossa vida para nos surpreender, porque há realmente sempre alguém que conquista a nossa admiração, de uma maneira ou de outra, maneira que nos façam sentir bem. Lá estou a falar na primeira pessoa do plural. Não quero ser egoísta, mas é mesmo na primeira pessoa do singular. Obrigado por seres quem és.

*ESCRITO HÁ UMAS HORAS :)

sexta-feira, 9 de março de 2012

O que eu quero realmente dizer

Na sala de aula:
Stôr, podemos sair mais cedo? - Quero sair daqui já!
Esqueci-me de fazer o trabalho de casa - Reparei ontem à noite que havia e já não tive vontade de o fazer
Posso ir à casa de banho? - Tenho que ir ao bar comprar qualquer coisa
Bom fim-de-semana, stôr! - Fogo, estava a ver que não me livrava de você para ir para casa.


Em casa:
Mãe, precisas de ajuda? - Preciso de 5€
Pai, queres ajuda? - Preciso de 10€
Mãe, eu adoro-te! - Posso ir ao cinema?
És o melhor pai do mundo - Deixa-me lá sair hoje à noite!
Vá, eu estendo a roupa - Fogo, estás mesmo chateada mãe!


Na rua:
Com licença, deixe passar - sai da frente, pá!
(Quando vão contra mim) "ai desculpe" 
Não faz mal - Atrasado(a) de merda.
(Quando não param na passadeira e fazem um sorriso cínico e levantam a mão)
Retribuir o sorriso - Estúpido(a), se eu não olhasse para o lado era atropelado
Claro que não sou assim tão arrogante nem tenho estes pensamentos, mas todos estes já passaram pela minha cabeça, nem que tenha sido só uma vez.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vem aí a febre da Eurovisão

Sábado, na RTP, pelas 21h vamos conhecer quem nos vai representar em Azerbeijão.

E como todos sabem, sou um grande viciado no Festival da Canção  e claro que não vou perder isto por nada.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Na minha opinião, claro

Não sou de falar de blogs por aqui, mas acho que aquelas pessoas que tiram fotografias à roupa que vestem diariamente para publicar na internet, explica muita coisa da sua personalidade.

E não, não estou a falar da Pipoca Mais Doce. 

terça-feira, 6 de março de 2012

A perspectiva da Lencastre

Enquanto lia uma entrevista do Nuno Azinheira à Alexandra Lencaste no NotíciasTV, achei bastante curiosa uma frase dita por ela.

"A cabeça de um adolescente é sempre muito complicada. Achar que sabemos o que lhes está a passar pela cabeça só porque já tivemos a mesma idade é um disparate. É das piores frases que se pode dizer a um filho adolescente".

Concordam?


segunda-feira, 5 de março de 2012

Faltam 14 semanas para acabar

E 12 semanas de aulas. Sim, porque tenho 15 dias de férias, ainda. :)

Tem sido assim

E os estudos, claro.

domingo, 4 de março de 2012

Retrospectiva da semana

Mania a minha de às sextas e aos sábados deitar-me tardíssimo e dormir a manhã toda. Depois fico aos domingos à noite a olhar para as paredes sem conseguir dormir, sabendo que às seis e meia da manhã de segunda-feira tenho que estar acordado.

 foto tirada no autocarro em Lisboa

Esta semana até que correu bem. Estive terça-feira em Lisboa numa visita de estudo no Museu das Comunicações. Foi realmente uma manhã bem passada ao conhecer a história dos telefones, da rádio e da televisão e visitar uma casa do futuro. Foi espectacular.
O mês de Março - o grande mês do ano! -, começou esta semana da melhor maneira cá no blog. Houve a segunda entrevista que foi realmente um sucesso em visitas não fosse a convidada uma pessoa que eu admiro. Gosto mesmo muito dela. Não me considerem convencido, mas digam-me lá se as minhas escolhas para as entrevistas não andam a correr bem. 
O fim-de-semana foi bom, deu para descansar e pôr a vida escolar em dia e também para dar uma volta com a mãe, às compras. 
Espera-se uma semana que promete cansaço, tendo em conta que há três testes e um é intermédio. De Português.

Sempre assim

That's my life!
Boa semana a todos!

Qualquer dia

Qualquer dia namoro com uma calculadora.
Pelo menos ela sabe dar-me valor. 

sábado, 3 de março de 2012

Jack and Jill

Fui esta semana ao cinema, sozinho para não variar, ver o Jack and Jill. É sem dúvida um bom filme de humor que recomendo a todos.
Além de mim estava uma senhora com aspecto de 60 anos, sozinha e na publicidade antes de começar o filme estava a ler uma biografia da Philippa Gregory de uma maneira muito engraçada. Pegou num livro com uma mão e com a outra, tinha uma lupa que tinha uma pilha que dava luz e foi assim que leu. Ainda me ri com isso...


O filme tem como personagens principais o estrondoso Al Pacino, o fantástico Adam Sandler e a linda Katie Holmes. Sou fã dos três! 











Jack Sadelstein (Adam Sandler) é um publicitário de sucesso em Los Angeles, com uma bela esposa (Katie Holmes) e filhos, que receia todos os anos o mesmo evento: a visita da sua irmã gémea no dia de Ação de Graças. A necessitada e passiva-agressiva Jill enlouquece Jack, transformando a sua vida normalmente tranquila e virando-a do avesso.

Ou seja, o Adam Sandler fez de rapariga (a irmã gémea da sua personagem!) Está muito bom... Aconselho.

Trailer: 

Digam-me lá

Concordam que, quando alguma pessoa desaparece as buscas comecem apenas 48 horas depois?  Ou seja, acham que muita coisa pode acontecer em 48 horas e as buscas devem começar logo que é apresentado o desaparecimento ou deve-se esperar, porque entretanto a pessoa em questão pode aparecer?

Com a namorada...?

Vou agora dormir. Acompanhado. Elá.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Hoje estou assim

Sem querer fazer nada. Aborrecido com tudo o que está à minha frente. Nunca se sentiram assim? Mesmo as coisas que nos agradam e que ansiamos pelo fim-de-semana para nos dedicarmos a elas também nos aborrecem. Ando assim... E não é de hoje. Parvinho de todo...

Apanha da Pêra



Vá, clicar play na música e ler o post.
Esta música, da pirosa Jennifer Lopez que não tem uma voz muito boa, relembra o meu primeiro trabalho. Sabendo vocês ou não, Torres Vedras têm bastantes freguesias e acreditem... há muito campo por aqui. Trabalhei na apanha da PÊRA, no Verão durante 15 dias que equivaleu a 200€ de ordenado. Oito horas diárias em pleno Agosto e as temperaturas estavam dos trinta graus para cima. Este Verão foi morno, mas aqueles dias foram dos mais quentes!
Lembro-me daqueles 15 dias como fossem hoje. Das pessoas simpáticas, dos que não queriam fazer nada, dos que andavam só a parvar, dos que trabalhavam em silêncio com um cigarrinho na boca, dos mal-dispostos, dos bem-dispostos, dos que "só" falavam o que iriam fazer com o dinheiro. 
Às sete e meia da manhã estava de pé. Mala pronta com um lanche para o meio da manhã, calças de fato de treino vestidas, phones nos ouvidos, pequeno almoço tomado e às oito da manhã começava o trabalho! Às dez da manhã tínhamos os nossos dez minutos de descanso para comer qualquer coisa e/ou para rezar que as 13h chegassem para irmos almoçar. 
O que me salvou do tédio de ficar aquelas horas sempre em pé a apanhar pêra foram os meus phones, que não atrapalharam o meu trabalho mas que não contentaram o meu chefe por ele querer falar com as pessoas e elas não ouvirem à primeira. Comigo nunca aconteceu, porque quando ele chegava - ele estava lá um pouco de manhã e voltava na última meia hora de trabalho -, tirava logo os phones. O meu mp4, sintonizado na Rádio Comercial, onde naquela altura a Vanda Miranda era a única que estava a trabalhar, quando o Nuno, o Vasco e o Pedro aproveitavam as suas férias era a minha companhia. Ouvia música da boa, enquanto se evitava as cantaroladas de anúncios de televisão que os adolescente cantavam por lá.
Às 13h. Do melhor... uma horinha de almoço, vinha-se a casa, trocava-se de t-shirt e almoçava-se enquanto se via a reposição da primeira temporada dos Morangos com Açúcar. À tarde custava menos, eram apenas 3 horas, ao contrário das cinco horas matinais. Gostei bastante. Este Verão estou lá outra vez! 
Bom fim-de-semana.


* a parva da Jennifer Lopez lembra-me deste primeiro trabalho porque era a que nos acompanhava no rádio do carro, de um cd nas idas: (de manhã para trabalhar, ir almoçar, voltar do almoço e ir embora).



quinta-feira, 1 de março de 2012

" A Entrevista" de Março - Vânia Custódio


Vânia Custódio tem 33 anos e é jornalista. Iniciou a sua vida profissional há doze anos. Começou por estagiar na Lusa por quatro meses. Enquanto terminava a tese de licenciatura, de Maio a Agosto de 2001 estagiou também na Capital.
Em 2002 seguiu para o 24Horas onde permaneceu 8 anos até ser anunciado o fim das suas publicações. De seguida trabalhou no Jornal Record e após um mês no respectivo foi convidada para pertencer à equipa da revista TVMais onde permanece até agora. Além da TVMais, também faz parte da redacção da revista Telenovelas.





De que maneira apareceu a ideia de estudar jornalismo na sua vida? 

Aos 10 anos percebi que era isso que queria ser e a vontade não se esvaneceu. Nessa altura ainda era uma fantasia, que incluía máquinas fotográficas ao pescoço e roupa de expedição ao jeito de Indiana Jones. Mas era do bloco e caneta na mão que eu mais gostava. Ainda é.

Começou por estagiar na Lusa e na Capital. Guarda boas recordações desses meses?

Sim, claro que sim. Foram os meus primeiros passos em busca do sonho. Mas foram bem duros, tenho de admitir. Entrar nesta profissão não é fácil e, nessa altura, trabalhava de graça e nem sempre cai em graça. Mas aprendi imenso e, ainda hoje, uso muitos desses ensinamentos na minha forma de trabalhar. 

Antes de começar a trabalhar no 24Horas, o que pensava do jornal?

Tricky question. Não gostava do jornal, como muita gente. Aliás, no dia em que fui à primeira entrevista, comprei o jornal e fiquei em estado de choque. A manchete era: "Foram estes os sacanas!" [sobre dois presumíveis autores de um assassínio brutal na Damaia, em 2002]. Lembro-me de estar com o jornal na mão e pensar se era mesmo esse o caminho que queria seguir em termos profissionais. Felizmente, tomei a decisão certa.

Acha que os portugueses têm uma visão errada dos jornalistas das revistas cor-de-rosa?

Sim e não. Acredito que a visão correcta é a dos leitores, é para eles que se escreve. No entanto, apercebo-me que muitos não compreendem que um jornalista será sempre um jornalista, seja num jornal de referência, numa rádio local ou numa revista cor-de-rosa. Como em todo o lado, há bons e maus profissionais. Mas em Portugal temos a tendência para acreditar que o cinzento é mais sério. Nem sempre é assim.

Tendo em conta que trabalha numa revista de televisão, o que mais lhe agrada no pequeno ecrã? 

Nos últimos anos habituei-me a ser telespectadora a título profissional e quase não vejo televisão a título pessoal. Ainda assim, dou por mim a ver os reality shows da TVI, tal como fazia antes de começar a trabalhar na área. Gosto de ver séries norte-americanas, como "Lost", "Era uma Vez" ou "Terra Nova". Uma vez por outra, espreito as novelas, sobretudo as brasileiras. E filmes, vejo muitos filmes, mas isso já não é um formato concebido para o pequeno ecrã.

Qual a figura pública que mais lhe custou entrevistar? E porquê?

Ana Carolina, a cantora brasileira. Não por culpa dela, mas porque fui avisada meia hora antes de a entrevistar e não tive tempo para me preparar. Como não a conhecia, não me senti bem em estar a fazer aquela entrevista que, no fundo, nem correu mal. Foi uma das primeiras entrevistas que fiz quando comecei a trabalhar no 24horas. 

A opinião de algumas pessoas acerca dos jornalistas é que mentem à descarada apenas para vender. Concorda?

Não, não concordo. Nem poderia. É verdade que há formas de se vender uma notícia e isso é um processo interessante, mas penso que se trata de um jogo que não é alheio ao leitor. E a verdade tem de estar sempre à vista. 

Dos seus 12 anos de carreira destaca algum ano em especial? Ou algum mês?

Ainda não fiz 12 anos, mas para lá caminho. Gostei de todo o percurso mas não posso negar que trabalhar em 2004 foi especial, sobretudo com o Europeu a decorrer em Portugal. Mesmo sem fazer jornalismo desportivo, foi impossível não me deixar contagiar pelo ambiente de euforia que se vivia na altura. 


Se estivesse a entrar no mundo do jornalismo actualmente abdicava da sua vida pessoal para estudar no estrangeiro?

Há várias questões que se levantam nesta pergunta. Se estivesse a entrar no mundo do jornalismo, apostaria numa carreira em Portugal, tal como fiz quando comecei. Porque gosto de escrever e acredito que nunca o farei tão bem como na minha língua mãe. Estudar no estrangeiro também chegou a fazer parte dos meus planos mas, infelizmente, nunca passou disso. Se tivesse possibilidade, iria agarrá-la sem hesitar. Mas apenas porque considero importante a experiência e abertura de horizontes. Abdicar da vida pessoal é algo com que nos temos de confrontar a cada decisão que tomamos. Se estivesse a começar, era possível que o fizesse. Como fiz.

O que diferencia o jornalista de outras profissões?

Ora aqui está uma pergunta complicada. Da experiência que tenho - trabalhei noutras áreas antes de chegar ao jornalismo -, penso que o jornalismo, sobretudo o diário, é mais exigente no sentido em que não é possível parar o Mundo enquanto descansamos. As notícias estão sempre a acontecer e é preciso estarmos atentos para não sermos ultrapassados. Outras profissões haverá como o mesmo tipo de exigência.

Alguma vez se arrependeu de seguir jornalismo?

Nunca. Segui o meu sonho e sinto orgulho nisso.

Hoje em dia muitas pessoas trabalham apenas para receber dinheiro. Os jornalistas conseguem viver à base disso ou têm que ter amor à profissão, ou seja, gostarem do que fazem para conseguirem sucesso no trabalho?

Tempos houve em que ser jornalista era uma profissão bem paga. Já não é. De facto, é preciso gostar do que se faz quando o que se ganha não compensa o tempo que se tem de dedicar à profissão.

Qual o melhor momento que guarda no coração do 5ºandar do edifício do Diário de Notícias na Avenida da Liberdade, onde trabalhou 8 anos? 

Todos, mesmo os mais dolorosos, que também existiram. Trabalhar no 24horas foi um privilégio. Nem todos têm oportunidade de fazer parte de uma das melhores redacções que este País já conheceu. 

Considera o mercado televisivo português adequado ao nosso pais? 

Os telespectadores têm a televisão que merecem. Acredito que é possível educar os gostos televisivos, mas considero que a televisão portuguesa tem evoluído bastante e de forma positiva, sobretudo a nível de ficção. Temo que a crise venha prejudicar o caminho já trilhado.


A começar Março



Chega Março, o meu mês preferido. Hoje é quinta-feira e tenho a certeza que este dia vai ser muito bom.
Bom dia, bom mês e boa quinta-feira, ao som desta música que não vacila dos primeiros lugares no top das minhas músicas favoritas portuguesas.