sábado, 2 de março de 2013

A vida é uma merda

Mais nada é certo que esta frase: "A vida é uma merda". Será drama?, pensam vocês. Não sei, mas é o que eu hoje sinto. E é aqui que escrevo o que sinto e ninguém me tira a possibilidade de dizer o que sinto.
Sei que há sempre quem opte pelo optimismo da vida, que tenha a sua "máscara" psicológica para tentar viver com um grande sorriso, esquecendo que há problemas e até há aqueles que pensam que a perfeição existe e tentam conquistá-la. Sem sucesso, como é óbvio, mas tentam-na afincadamente.
Eu não consigo viver em mundos supérfluos. A realidade é outra. A realidade é isto que vivemos agora.
E eu não lido bem com mundos supérfluos como também não lido bem com a realidade.
Problema típico de rapazola adolescente?
É capaz, mas é assim que resumo a minha falta de capacidade para gerir tudo o que me rodeia. 
O futuro - a bela merda de futuro -, é a cena mais desencorajadora que eu consiga conhecer, a sociedade não possui quase nada de bom, e se existe algo de bom nunca é mostrado. E é a merda de futuro - e eu não consigo adjectivar o meu futuro de outra forma mesmo sem saber o que virá por aí - que me lixa a cabeça todos os dias.
Mais uma vez digo: problema típico de adolescente? Um problema insignificante? Talvez, mas é assim que me sinto.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Engripado

Tenho estado doente, com uma gripe das fortes e não, não é a gripe A, que me tirou a possibilidade de ir às aulas esta semana.
Já fui ao médico, estou medicado e como estou a melhorar sexta-feira já devo voltar à escola, até porque tenho que entregar a justificação médica e combinar com os professores a conciliação de horários para fazer os testes aos quais faltei.
Agora são 02:20 da manhã e, sim, estou com o sono todo trocado, encontro-me no sofá com uma manta, a ver o programa da RTP "Who Do You Think You Are" que remete para a investigação das famílias nos ante-passados das figuras públicas portuguesas.
Penso que seja um programa semanal e esta semana foi a vez do jornalista José Rodrigues dos Santos descobrir a sua família nos séculos passados.
O aquecedor está ligado pois o site da Sapo diz que em Torres Vedras estão 4 graus, mas eu não acredito que esteja actualizado, pois acho que não estão assim tantos graus. Tenho a portada de uma janela aberta porque ainda há a mínima esperança que comece a chover, aliás, que comece a nevar, pois era isso que o site Diário Económico anunciava para esta noite.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Do mais deprimente

A cena mais deprimente da minha vida foi ter ido ao cinema sozinho.
Sim, sozinho. Eu a pedir bilhete para o filme e a funcionária "Só um?" - como se estivesse ali mais alguém. Acho que foi uma tentativa de humilhação. Aliás, acho que ela queria substituir o "tem cartão de estudante?" por um "és forever alone"? E depois apontava o dedo para mim e fazia um riso javardo. (imaginando)
Sim, era só um bilhete. Era eu que tinha ficado plantado no shopping as três da tarde e resolvi ver um filme para fazer tempo.
Para piorar a cena, saí do cinema deprimido porque não percebi nada do filme. Além disso, a única pessoa que estava na sala era uma sessentona com uma bengala que também estava lá sozinha e acho que adormeceu logo nos trailers.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Um tipo de estreia


Em 3 anos e meio de blogosfera nunca tinha colocado uma fotografia minha num post. Cheguei a pôr fotos de grupo mas punha efeitos para não verem a minha cara, lembro-me que dessa vez um leitor mandou-me um mail a questionar o porquê.
Mas como dizem há uma primeira vez para tudo, aqui fica uma foto. Só aparece metade da minha cara porque tirar uma foto com este frio não podia estar eu de outra maneira.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Aqueles dias mesmo interessantes

Há aqueles dias em que achas que ficar em casa a pensar como será a gravidez das moscas pode ser melhor do que sair. A sério: é mais construtivo do que sair de casa. Porque sair de casa pode ser mau.
Primeiro, podes ser atropelado. Ao longo do tempo concluí que há gente que conduz muito mal. E que muitas dessas pessoas não mereciam ter carta. 
Nunca repararam quando alguém apita para outro alguém e o tal outro faz o ar mais tranquilo de sempre a fingir que não é nada com ele mesmo que esteja a fazer uma bosta ao mais alto nível na estrada? 
Já tenho visto situações dessas e tem sempre muita piada porque 90% dos indivíduos ficam tão revoltados com tamanha falta de jeito para a estrada da pessoa em questão que a revolta levaria ao inicio da terceira guerra mundial dentro do seu carro em segunda mão.
Segundo lugar: porque tens que conviver com aquelas pessoas que não gostas. E tenho quase a certeza que tens que respirar o mesmo ar diariamente com alguém de quem não gostas. Admite lá!
É um clássico... mas pensem que há coisas piores. Por exemplo, os políticos odeiam-se e passam os dias na Assembleia da República a discutir e a gritar uns com os outros. 
Bom fim-de-semana. E segunda-feira de manhã, quando saírem de casa gritem bem alto: GRÂNDOLA VILA MORENAAAAAAAA, como revolta às segundas-feiras de manhã. Ninguém vos vai ligar na verdade, mas é sempre bom mostrar o que sentimos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Querido Blog

Em Português temos dado os textos diarísticos e na aula de hoje apenas pensava: Se os diários começam com um "Querido Diário", como seria este blog se cada post começasse com um Querido Blog?
É que o meu blog nem sequer é querido. Não passa de uma criança de 3 anos e meio, vítima de bullying do meu cérebro cujo cúmplice é o teclado do computador.

Mas vou experimentar experimentar:
Querido Blog,

Hoje está frio. Hoje disse a palavra 'complete' e perceberam 'copcomlete'. Eu prefiro iogurtes.
Até amanhã.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Harlem Shake na minha escola



Foi assim o Harlem Shake na associação de estudantes na minha escola.


Mas o Harlem Shake também está presente no meu blog. Cliquem lá -> aqui

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aparelhagem nos autocarros

Se há coisas que me irritam - e são muitas -, como por exemplo, as casas de banho públicas ou o facto de haver pessoas que cospem para o chão como se estivesse a haver um tsumani de saliva... Ou aquelas que correm nas passadeiras como se o carro não pudesse esperar mais três segundos. Ou mesmo aquelas pessoas velhas que no autocarro falam bué alto e dizem as melhoras umas às outras mas na verdade nenhuma está doente. Tudo isto me irrita.
Mas hoje venho falar de algo que me irritou hoje às oito da manhã. Mas vocês pensam: Mas o que é não irrita às oito e meia da manhã de uma segunda-feira de inverno depois de teres acordado às quatro e meia da manhã no chão, Alex? Bem. É verdade. Eu odeio tudo o que é relacionado na segunda-feira... mesmo que soubesse que teria ganho o jackpot do euromilhões a uma segunda-feira de manhã, só ia estar feliz à tarde.

O que mais me irrita, então falaremos do assunto principal, é o facto de haver pessoas que entram em transportes públicos e colocam a sua música, que devia ser ouvida com phones, para toda a gente que está no autocarro. Sim, como se fosse uma aparelhagem. E 80% desses indivíduos que fazem isso metem a música alta. Para quê? Para terem a certeza que o velhote no primeiro banco com 80 anos e um aparelho no ouvido está a ouvir bem a música?
Mas o que é que esta gente que põe a música para todos pensa? Pensam que no bilhete que pagam à entrada está escrito: 50% do bilhete que pagou remete-se para a "Rádio Autocarro" com a aparelhagem de um marmanjo qualquer que põe música a altos berros durante a meia hora de viagem. Sim, esta é a justificação para os bilhetes dos autocarros estarem cada vez mais caros e  custarem quase o ordenado dos seus pais.

Nunca mais tiro a carta de condução, daç.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Domingo à tarde



O álbum que se ouve nesta tarde chuvosa de inverno de um domingo pouco animador é dos Arctic Monkeys - "Suck It And See", enquanto se faz os trabalhos de casa e se prepara a preparação mental para a semana que se avizinha.
Vamos pensar que esta semana vai ser diferente, que vai ser melhor que a anterior e que vai correr tudo bem. We have the power! boa semana para todos!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A Pipoca engravidou

Se acham que a Pipoca - a blogger mais lida de Portugal -, vai continuar a escrever bem como escrevia desengane-se. É que ela engravidou.

Já tinha falado disso aqui e tenho a certeza que o blog vai tornar-se no mais lamechas de sempre.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Criar amigos

A minha maneira de criar amigos depende do factor confiança.
A confiança que possuo na pessoa - ou a que não possuo -, depende de como eu sou para ela.
Geralmente no inicio quando conheço alguém sou muito mais introvertido e estou sempre de pé atrás. Deixo as pessoas sem qualquer ideia do que sou e por vezes torno-me desinteressante para essas pessoas porque não me dou muito a conhecer e é nessa altura que vou conhecendo as pessoas
As amizades que crio foram feitas de momento para momento, dia para dia, semana para semana, e assim, a minha confiança foi crescendo perante a pessoa.
Qualquer pessoa que me conhece suficientemente bem sabe como verdadeiramente eu sou: quase sempre na parvoíce e consigo ser um excelente amigo para quem gosta de mim. Quando há falta de confiança tudo isso muda. Por vezes fico na defensiva e não sou divertido e no fundo isso acaba-me por afastar dessas pessoas.
Não sou daqueles que tenta fazer amigos à força, que gosta muito de aparecer... não sou daqueles que adora criar amigos para dar a aparência do social - e isto do social já está pensado para outro post -, mas se conquistam a minha amizade têm tudo o que querem de mim. Quem é meu amigo sabe isso.
E o facto de escolher bem os amigos é o ideal para nunca sofrer desilusões... porque há pessoas que criam muitas amizades e confiam demasiado "em toda a gente" e tudo isso acaba por ser uma ilusão e acaba com o prefixo "des". A desilusão, como consequência.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A originalidade ou a falta dela

Se há algo que não compreendo são as pessoas que se esforçam demasiado para serem iguais às outras ou obterem o que as outras têm. Não cabe no meu estimado cérebro pessoas que ambicionam ser praticamente iguais às que conhecem.
Revela falta de personalidade e falta de noção e tudo isto leva à extrema ambição de quererem ser alguém dependendo dos outros. 
Essas pessoas, no geral, procuram serem aceites pelo grupo de amigos e fazem qualquer coisa para que isso aconteça. Gostam de brincar aos clones mas digo-vos que a originalidade é algo que se vai encontrando ao longo do tempo enquanto estamos a descobrir o que somos. 
Isto tem como consequência a criação o nosso próprio estilo, da nossa maneira de pensar, aliás, da nossa personalidade. E ter a nossa personalidade é deveras importante, ter as nossas qualidades, ter os nossos defeitos e sermos independentes é o mais importante. Marcar a diferença é o segredo!
Oiço inúmeras vezes as pessoas conversas do tipo «aquelas botas são giras, vou comprar umas iguais!" e depois 300 pessoas no mês seguinte estão com as mesmas botas. Dou-vos o exemplo de gente na minha turma do básico que escolhiam roupa porque alguém popular a tinha e por isso todas teriam que ter. 
Isto na roupa remete também para o que as pessoas são. Se acham alguém muito fixe e popular tentam-no ser à força sem pensando no quão ridículo possivelmente estão a ser. 
Querem ter os mesmos amigos à força, ambicionam o mesmo estilo, enfim, procuram fazer as mesmas coisas e tentar ser alguém que na verdade nunca serão.
Personalidade própria é o que falta a muita gente que me rodeia e quase que aposto que as melhores pessoas que vocês conhecem são aquelas que se destacam de todos os outros. Ou pela maneira de pensar ou pelo estilo de vida, ou da maneira como vêm a vida. De certeza que são as pessoas que vos inspiram a terem uma atitude renovada para com a sociedade. São as pessoas que vos são influentes pela sua inteligência, por exemplo. E as pessoas que te são influentes não significa que tenhas que ter a personalidade plagiada. 
Todas as pessoas que procuram ser diferentes de todas as outras e que não seguem modas nem outras coisas do género merecem o meu mérito. 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O álcool carnavalesco

Com o Carnaval dado por terminado eu podia vir para aqui em modo histérico ON como devem estar as meninas que anseiam de forma frustrada o concerto do Justin Bieber em Portugal com tanta coisa boa que aconteceu nestes cinco dias em que Torres Vedras esteve ao rubro.
E estar ao rubro nem sempre significa que tudo é bom. O que há de bom é o facto de haver boa música, estarmos com os amigos, conhecermos pessoas novas, aliás conheci gente cinco estrelas, mas nem tudo é um mar de rosas.
Aliás, até posso designar por mar o que aconteceu por cá.
O mar de gente que cá esteve - cerca de 350 mil pessoas. Ou então as confusões que houve em Torres. Aí talvez possa designar o mar de Sri Lanka em 2004 no grande tsunami. Porque a confusão e esse tsunami unem-se num ponto: assustador.
Vi dezenas de bêbados, gente a vomitar, vi gente a mandar-se para o chão, vi gente com a cara cheia de sangue, vi dezenas cenas de porrada nestes dias, a sério vi de tudo.
E todas estas cenas - e cenas que pareciam estar a serem tiradas de um filme, possivelmente escrito pelo Manoel de Oliveira durante uma bebedeira do car... -, se resumem a uma só palavra: álcool.
É extremamente estonteante - JOKE -, saber que há pessoas que não sabem beber, daí ter nascido a minha grande aversão ao álcool.
Bebem demais, entram em coma alcoólico - seis da manhã ainda ouvia ambulâncias -, e por beberem tanto fazem grandes filas nas casas de banho dos cafés. E a Minnie (me) não bebeu quase nada e tem que ficar na fila.
Não sei onde é que se conseguem divertir quando bebem compulsivamente. É daquelas coisas que nunca vou perceber. Cheguei àquela altura da noite onde pensei: a sério que sou o único que está aqui que não bebeu uma gota de álcool ou outras merdas parecidas?
A conclusão a que chego é que 80% das milhares das pessoas que estavam a meu redor iriam dormir vestidas. Mas de resto, foi tudo excelente e para o ano há mais.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

I'm off


Até quinta-feira.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quem sou eu?

Hoje na aula de Inglês abordou-se um tema: a adolescência e saídas à noite.
No meio da conversa a professora falou que os adolescentes eram muito influenciáveis e que começavam a fumar e a beber devido à necessidade de pertencerem a x grupo. Que os adolescentes são seres desorientados com a vida e que apenas procuram uma identidade. Questionam-se massivamente: "Quem sou eu?"
Quem sou eu? (entrada com uma musiquinha foleira)

Versão nerd:
Alexandre Anjos Bernardo Fernandes, dezasseis anos, cujo número bilhete de identidade foi emitido a 13/07/2006, residente no distrito de Lisboa e nascido no Hospital Distrital de Torres Vedras no dia 16 de Março de 1996 pelas 18:47.

Versão amigalhaço:

Sou um puto que diz muita estupidez mas que tem bom coração. os meus amigos têm tudo o que querem de mim mas não arrumo o quarto a ninguém. gosto de vocês

Versão estúpido:
Estou sempre na parvoíce e só faço é merda. Às vezes como leite condensado às colheradas e o excesso de açúcar deixa-me a garganta inflamada.

Versão nigga:
Yoyo niggas, alex para as damas, alexão para os manos.

Versão rebelde:
Olá, sou o Alexandre e uma vez faltei às aulas porque me apeteceu. Foi fixe. 

Versão arrependimento:
Olá, sou o Alexandre e uma vez faltei às aulas porque me apeteceu. A minha mãe ia-me partindo a cara. Arrependi-me. Mas foi fixe.

Versão engate:
Olá. Sou giro. E tu, com essas curvas... e eu sem travões.

Versão Convencido:
Olá, sou lindo. Nunca questionaram a razão de haver espelhos nos elevadores? Fui eu que os criei porque assim posso ver esta beleza ainda mais um tempinho depois de sair de casa.

Versão Idoso:
Tenho 69 anos e quatro hérnias. Gosto delas com bengala.

Versão Pobre:
Ai tantos conc€rtos qu€ €u qu€ria ir €ste ano e não vou a n€nhum.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Afinal é o Carnaval de Torres Vedras

Discurso da professora de História no final da aula de hoje:

Não se esqueçam de fazer o trabalho de férias de carnaval. Divirtam-se muito no carnaval, descarreguem todas as energias negativas e voltem com um novo espírito.

O que toda a gente deve ter entendido do discurso:

Façam o trabalho de férias na noite de véspera de entrega do trabalho. Bebam muito todas as noites, embebedem-se, aliás, fumem, comam alguém e façam directas. E voltem tresloucados, como sempre.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A "inocência" do tabaco

É estranho crescer. Mas também é estranho ver os outros crescer. Tenho, aliás, tinha dois amigos de infância que estiveram comigo do infantário até ao nono ano. Eu segui Humanidades, um seguiu Desporto e uma seguiu Ciências. Sempre fomos os melhores amigos até ao sétimo ano e do sétimo ano ao nono éramos apenas amigos, pois cada um criou o seu grupo. A partir do décimo ano tudo mudou, mas de forma natural
Mesmo que vivamos perto uns dos outros, acabámos por nos afastar. As nossas conversas baseiam-se em «olá, tudo bem?» porque a amizade desvaneceu num ápice. Nada de preocupante, pensamos nós. Cada um criou o seu grupo de amigos, cada um foi conhecendo ao longo destes dois anos dezenas de pessoas novas, consequentemente novos amigos, novos melhores amigos e mesmo que todos digam «melhor que criar novos amigos é preservar os velhos» isso não aconteceu connosco.
Tenho amizades que permanecem mesmo que cada pessoa tenha a sua vida quando nos juntamos é sempre um riso. Porque melhores amigos é sempre assim. Com eles isso não aconteceu.
Além de acompanhar a minha própria adolescência, que é definitivamente complexa para não dizer que é uma merda autêntica, acompanhar a adolescência dos nossos amigos de infância é estranho. Vejo eles os dois de vez em quando... no autocarro, na porta da escola, pouco mais...
Ambos estão diferentes. Um com más companhias, a vida resume-se a bares, discotecas, fumar, drogas para a diversão.. outro vi a fumar à porta da escola com um amigo e fiquei perplexo por isso. As pessoas estão a mudar e deixaram de ser inocentes. Eu próprio deixei de ser inocente e esqueço-me que eles também o deixaram de ser. Perplexo porquê? Afinal de contas é uma coisa natural, as coisas evoluem, as pessoas mudam...
Mas eu nunca gosto quando as coisas mudam e detesto que aconteçam mudanças. Sempre que a minha rotina se modifica ganho aversão ao que de novo apareceu.
Sempre que algo não está como sempre esteve fico chateado.
Acontece isso com as pessoas. Quando as pessoas deixam de ser o que eram - e foi com essa personalidade antiga que aprendi a gostar delas -, fico sempre de pé atrás.
Eles os dois sempre adoravam desporto e o que vi a fumar à porta da escola ainda o faz e agora que começa a fumar e isso dá-me a ideia que está a estragar a sua vida... que mudou para pior, que não foi aquela pessoa que convivi desde os três anos. Mas tudo muda... 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A música pós-teste

É só a mim que esta música soa na cabeça quando acabo um teste, principalmente aqueles de história onde estou 100 minutos sem parar de escrever?

Caras que gosto de ver e ouvir na televisão #1


Judite de Sousa


Santana Lopes


Marcelo Rebelo de Sousa


José Rodrigues dos Santos


Clara Ferreira Alves


Daniel Oliveira


Manuela Ferreira Leite


Miguel Sousa Tavares



Constança Cunha e Sá


Maria Rueff


Manuel Marques

entre muitos outros...



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sabes que estás a ficar velho

Quando uma amiga diz que a tua barba pica.

Falta um mês e e uns dias para fazer dezassete anos e tudo isto me parece irreal.
Irreal = passar tudo tão depressa.